quarta-feira, 7 de abril de 2010

Ator tem que nascer Ator

Gente temos que concordar em uma coisa
Ator tem que nascer Ator,assim como Músico,Jogador de Futebol etc.
Não adianta escolinhas de teatro e cursinhos caça-níqueis jamais formarão ator,tem que estar no sangue,na alma no espiríto,falo isso com a maior tranquilidade do mundo,poís as experiências que tive tanto no teatro como no cinema me provaram isso,a pessoa quando não tem a raça,não adianta insistir,é tudo falso é horrível a atuação destes seres e não venham me falar que se pode sim formar um ator,tem que nascer tem que vir de berço,existe sim a possibilidade de trabalhar as habilidades individuais de cada um até aí respeito a opinião ,mas dizer que voce pega uma pessoa crua e a transforma num ator através destes cursinhos medíocres isso é o fim da picada.
Por Favor meu Deus livrai-nos deste mal.

Monica Iozzi vergonha de Ribeirão

Uma Vergonha para a cidade de Ribeirão Preto,total falta de talento,ta na cara que aquilo foi um teste de sofá ou algo parecido,a moça não tem sal nem açucar o que a difere da pré candidata do PT Dilma Roussef é só a idade,pois a mesma não tem brilho nenhum,antes ter selecionado aquele Marcel oliveira que pelo menos tem mais carisma que ela e é muito mais espontâneo,não que eu seja seu fã mas era uma melhor opção para representar nossa cidade.
Essa moça deve ter saido de alguma escolinha de interpretação caça níquel de Ribeirão ou algo parecido,já não assistia muito este programa CQC agora com essa aberração de Ribeirão muito menos.
Continuo com minha campanha Diga Não aos Talentos Fabricados!!!!!!!!
Por Hoje é Só Fuiiiiiiiiiiiiii

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Terror Oriental

Tenho assistido a muitos filmes de horror asiáticos e tenho gostado imensamente. Eles estão resgatando o gênero, inventado pelo cinema ocidental, como o alemão e o americano, um estilo autenticamente cinematográfico. Contudo, principalmente Hollywood – mas também algumas outras produções ocidentais – diversificaram tanto o gênero do horror que ele já não tem mais aquelas características originais que o firmaram como tal.
O cinema de horror ocidental tinha monstros, fantasmas, suspense, susto, medo, lendas, estórias que mexiam com a nossa imaginação, como quando crianças ouvíamos as estórias de fantasmas do bairro. Hoje em dia – digamos de Jason, Krugger e Hannibal Lecter para cá – eles vêm recheados de sangueira, uma retalhação de gente sem fim, tortura, perseguição por “mérito” entre outros. As matanças de Sexta Feira 13 ou Hora do Pesadelo chegaram a tal absurdo que com o tempo quem assistia achava mais engraçado do que medonho, além de serem altamente previsíveis. Mas a partir de, talvez, O Silêncio dos Inocentes o horror carnificina recobrou sua sede de sangue e quis ficar mais sério… Seguiram-se filmes como Seven, os sete pecados capitais e Bruxa de Blair com seus psicopatas e feiticeiros fantásticos nos assustando, sim, mas com muito sangue. E esses citados têm roteiros excelentes, diga-se de passagem. Porém, outros descambaram para somente o sangue. Tanto é que o termo thriller tem sido mais usado para esse gênero do que o antigo horror.

Mesmo na década de 80 tivemos, é claro, sempre um filme aqui e ali que tentava manter o horror num nível mais clássico, como a releitura de Drácula por Coppola, o Drácula de Bram Stoker ou Frankenstein de Mary Shelley por Kenneth Branaugh, mais tarde A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça de Tim Burton (aliás, um artista que ainda faz horror, além de reinventar o gótico!), e Uma Entrevista com o Vampiro dos irmãos Cohen. Todos apostaram na beleza plástica do horror, com mais suspense do que carnificina, com sangue , mas com um tom mais literário na narrativa. Porém, o engraçado é que críticos e uma parte do público acostumados já à carnificina foram duros com esses filmes, dizendo até que foram bregas ou coisa assim.

Com o açougue instalado, o cinema ocidental (mais o americano, de modo geral) entrou numa violência desenfreada em todos os gêneros, inclusive no horror. Algumas produções ditas de horror se concentram somente na emoção que a imagem causa, deixando de lado a estória que deveria ser narrada. Quando muito, se concentram em explicar tudo pela luz da sociopatia.
Personagens como o Jason de Sexta Feira 13 seriam na verdade resquício de um arauto da moral protestante americana. Os jovens que primeiramente eram mortos eram justamente aqueles que queriam somente fazer sexo no acampamento (ou casa de campo) e fumar maconha. Os jovens que sobravam para combater o capeta de máscara eram nada mais nada menos do que os certinhos, os bonzinhos que se mantinham puros, não fumavam e nem bebiam e iam cedo dormir em suas caminhas. A teoria é muito longa para se aprofundar aqui, mas dá para perceber que essas estórias são o reflexo de uma cultura arraigada nesses valores e que aparece refletido nos filmes.

Sei que, sob esse prisma, também filmes como Albergue e Jogos Mortais, por exemplo, refletem a mais nova paranóia americana: ser torturado, mutilado e totalmente aniquilado por alguém de outro país ou totalmente estranho (algo como pessoas do Oriente Médio?). Em Albergue as vítimas eram escolhidas para serem mutiladas num clube fechadíssimo de sádicos. A vítima mais cara e cobiçada eram os americanos! Jogos Mortais mostra o comandante da carnificina num lugar aparentemente sem recursos, mas capaz de destruir suas vítimas escondido e ainda fazer troça delas. Lembram de alguém parecido na vida real? Parecido com a antiga paranóia dos americanos contra os russos…

Mas voltando ao assunto do cinema asiático, esse horror mais clássico que vem resgatando o horror-susto, em que as imagens mostram mais fantasmas, espíritos, lodo, sujeira, vento, chuva, Lua e menos sangue. Mesmo quando mostram sangue só o fazem depois de muito susto, muito personagem aparecendo do nada, assustando a gente na cadeira. Na narrativa esses filmes têm se concentrado mais nas lendas antigas de uma região – alguns filmes coreanos e tailandeses, como a lenda de Mak e Nak, linda, triste e assustadora – ou em alterações visivelmente mentais dos personagens principais – como alguns japoneses – ou ainda em medos da infância ou perturbações mediúnicas.

Estão, sim, aproveitando uma parte do mercado voltada aos fenômenos mediúnicos tão em voga, inclusive em novelas e seriados americanos, mas também resgatam aquele medinho gostoso dos antigos filmes ocidentais de horror. Filmes como Almas desencarnadas e O espírito são verdadeiras teses sobre a mediunidade e nos fazem lembrar aquelas estórias que a gente contava uns para os outros quando éramos crianças. Visões e Água Negra são assustadores mesmo, mas também têm uma estória inteligente, intrigante e comovente com o apoio das imagens; unem mediunidade, abalos psicológicos e vida urbana.

Além de fazerem o mundo rodar, os filmes de horror asiáticos nos mostram em quê somos todos iguais, não somente no acesso aos recursos cinematográficos, ou vida urbanamente globalizada, mas também que o medo nos aflige é parecido em qualquer canto do mundo. Mostram também, através desses recursos, que podemos nos reconhecer e identificar numa cultura diferente, traços de rostos, corpos e vozes diferentes que nos levam a experimentar sensações familiares.

Como ser um atorzinho na Vida

Como ser um atorzinho na vida

Primeiro: Matricule-se num cursinho da moda. Vale tudo: interpretação pra tv com diretor famoso, técnicas psicobiofísicas do teatro contemporâneo, acrobacia aérea no teatro elisabetano e qualquer coisa que entre Nelson Rodrigues. O importante é ser cult e ser caro, muito caro.

Segundo: Frequente o Baixo Gávea, o Posto 9, Santa Teresa (morar lá então é o must), qualquer show de forró ou chorinho (que tá na modinha) e a Lapa dia de semana. Estar nestes lugares em dias e horas extravagantes é a grande dica.

Terceiro: Chegue sempre atrasado em qualquer compromisso. Diga que estava num ensaio e complete com frases do tipo: - Ai, minha vida está uma loucura...não tenho tido tempo pra nada!

Quarto: Tenha amigos em todo lugar. Talento não abre portas. Seja sempre conhecido de fulano, ex-namorado de sicrana ou sicrano, primo de beltrano ou cunhado da filha do irmão do padrinho de qualquer pessoa. Se for filho de alguém então, você está feito!


Quinto: Aceite qualquer trabalho para tirar o registro. Vale tudo: não importa o número de peças infantís retardadas que você fez, junte tudo num envelope bem bacana, anexe umas declarações de uns cursos que você nunca fez, mas conhece o cara que deu, e garanta o seu passaporte para o sucesso!

Sexto: Faça muito "Projeto Escola" canalha. Junte um grupinho e monte uma pecinha sobre drogas ou ensinando criança a escovar os dentes ou cuidar da mamãe natureza. Ganhe muito dinheiro com isto e diga a todos que você, pelo menos, tá fazendo teatro!!!

Sétimo: Guarde suas opiniões sempre para você (se é que você tem alguma). Ator tem que ser bonitinho, carismático, mudo, surdo, cego e burro.

Oitavo: Não fique indignado quando aparecer outros na sua frente iguais a você, tirando o seu espaço. Isto se chama inveja e é muito feio!

Nono: Idolatre tudo que estiver na mídia. E ponto.

Décimo: Faça o esforço que for para ser visto em estréias concorridas e diga que recebeu o convite da produção. Vá com uma roupa bem chamativa, mas mantenha um ar de despojado... Antes da peça começar, fale com todos os conhecidos que encontrar para denotar popularidade. Quando sentar na cadeira, estale o pescoço e gire os ombros. Ator vive se alongando!

Pronto. Você já é um ator! Todos já lhe notaram. Está preparado para ser um astro! Se Almodovar ainda não lhe colocou num filme, é porque não lhe conhece ainda!
Como quem é Almodovar??? Mulheres a beira de um ataque de nervos, Fale com ela...
Ah, deixa pra lá!!!

Atividade Paranormal

Não há muito o que falar de Atividade Paranormal (Paranormal Activity) como cinema. Realizado supostamente com ínfimos 15 mil dólares, o longa-metragem mais se assemelha a um vídeo caseiro de Youtube e incorpora a câmera de baixa qualidade, a iluminação tosca e os diálogos cotidianos em sua narrativa.

Diferente de um Distrito 9 ou Cloverfield, porém, que pegam esprestado a estética home made e a incham com efeitos especiais de primeira - usando a técnica em prol do realismo -, o paupérrimo Atividade Paranormal precisou se virar como pode, basicamente com insinuações e truques de câmera e áudio. É exatamente o que outro fenômeno de público, A Bruxa de Blair, já havia feito igualzinho dez anos atrás, em 1999.

O filme de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez funcionou por ser totalmente inesperado. A criação do estreante Oren Peli funciona porque ninguém se lembra mais direito de Bruxa de Blair (ou nem viu - os adolescentes de hoje eram crianças na época). As semelhanças entre os dois filmes, afinal, são gritantes demais para que Atividade Paranormal seja alardeado como o "terror da década", como exageram alguns. Para que a novidade perca força é só perceber, lá pela metade, que toda a tensão, toda a insinuação, não chegarão a lugar algum.

De qualquer maneira, o longa tem seus méritos. Quando surge, lá pela metade, um átomo de dramaturgia, com a chegada do estudioso de fenômenos paranormais (Mark Fredrichs), a história do casal assombrado por uma entidade fica mais interessante. O sujeito, afinal, é melhor ator que Katie Featherston e Micah Sloat, que vivem as estressadas vítimas do maligno gasparzinho.

As insinuações e o formato de vídeo amador, que o diretor emprega para justificar seu parco orçamento, são interessantes também aproximar o espectador do casal e Peli é feliz ao substituir cada pirotecnia ausente com ideias razoáveis - emplacando dois ou três bons sustos no meio. Afinal, fisicamente, seu monstro, se resume a pegadas em uma camada de talco e isso fez 120 milhões de dólares só nos Estados Unidos. A Johnson & Johnson deve estar orgulhosa.

Mas o cineasta estreante não merece créditos sozinho. Quando a Paramount Pictures comprou os direitos de distribuição nos Estados Unidos reeditou o filme, adicionou cenas novas, inverteu sequências e criou um novo final, devidamente aprovado em inúmeras sessões com audiências-teste. E contou com o apadrinhamento de ninguém menos que Steven Spielberg, que encontrou tempo até para viralizar o filme, dizendo que a porta de seu quarto foi inexplicavemente trancada pela "cópia assombrada" de Atividade Paranormal.

Esse orçamento todo, obviamente, deve ter superado os miseráveis 15 mil do longa original, 10 minutos maior, exibido apenas em festivais de cinema de gênero. O filme, aliás, já circulava esses eventos desde 2007 e apesar de ter agradado os fãs, ficou muito, muito longe do alarde que recebeu depois, com o apoio da máquina hollywoodiana.

É como na própria trama: quanto mais atenção você gera para o invisível incômodo, mais poderoso ele se torna. O demônio de Atividade Paranormal não é outro senão o do marketing

A verdade por trás de Bruxa de Blair

Em Outubro de 1994 três estudantes de cinema desapareceram na floresta Burkittsville, no estado de Maryland enquanto filmavam um documentário… Um ano depois suas filmagens foram encontradas" Esse e o ponto de partida para o filme considerado o mais assustador do ano, que estreou no dia 1/10 no Brasil. Tudo no filme foi tratado como se fosse real, isso explica o porque do pânico que o filme causou nos EUA, os atores entrevistavam aqueles que tinham acabado de ver o filme na porta do cinema, e a maioria achava que eles estavam mesmo mortos. É considerado também como um dos filmes mais originais dos últimos tempos (embora tenha gente que diz que foi plagio de um outro filme independente, só que de 1995, onde 4 jovens vão a procura do diabo de Jersey e somente um volta...).
Os estudantes de cinema são: Heather Donahue, Joshua Leonard e Michael Williams (os diretores nem se deram o trabalho de pensar os nomes, esses são os nomes reais do atores). Joshua filmaria o documentário com uma câmera de 16mm, em preto e branco; Heather andava com uma câmera Hi8, para mostram também os bastidores das filmagens, e quem capta os sons mais assustadores do ano é Michael. Tudo começa bem, os três conversam com as pessoas da cidade, tentando descobrir mais sobre Elly Kedward (ou a bruxa), até que eles entram na floresta; e assim, cada vez mais eles adentram a floresta e acabam se perdendo e percebem que tem algo os seguindo, algo, digamos, não muito humano.
Tudo que vimos na tela é mesmo o que os atores gravaram, a única coisa que os diretores fizeram (além de escrever o script) foi dar uma de bruxa (é lógico que há 99.9% de chance que isso seja marketing), Tudo do filme foi muito bem bolado, a Artisan (a distribuidora do filme) fez até a historia da lenda, ou seja, além das filmagens do trio, a gente ainda tem informações sobre o quê e para quê a bruxa ficasse, digamos, famosa. Aqui vai a historia da lenda:
Fevereiro de 1985: Várias crianças acusam Elly Kedward de atraí-las para sua cabana para retirar sangue delas. Kedward é declarada culpada de bruxaria, banida da vila durante um inverno rigoroso e declarada morta.
Novembro de 1786: Em meados do inverno, todos que acusaram Kedward, mais metade das crianças da cidade, desaparecem. Temendo um maldição, os moradores abandonam Blair e juram nunca mais pronunciar o nome de Elly Kedward.
Novembro de 1809: É publicado "O Culto à Bruxa de Blair". Este livro raro, considerado ficção, fala cobre uma cidade que foi amaldiçoada por uma bruxa regenerada.
1874: Burkittsville é fundada no exato lugar onde um dia existiu a cidade de Blair.
Agosto de 1883: Onze pessoas garantem ter visto a mão de uma mulher muito pálida puxar Eileen Treacle, de 11 anos, dentro da corredeira de Tappy East. Seu corpo nunca foi encontrado.
Março de 1886: Robin Weaver, de 8 anos, é dado como desaparecida, e várias equipes de resgate partem em sua busca. Weaver é encontrada, mas uma das equipes desaparece. Seus corpos são encontrados semanas depois em um lugar chamado Rochedo do Caixão, amarrados pelas mãos e pelos pés e completamente eviscerados.
Novembro de 1940 a maio de 1941: Começando com Emily Howlands, sete crianças desaparecem na área ao redor de Burkittsville.
23 de maio de 1941: Um velho eremita chamado Rustin Parr entra em mercado local e diz ter "terminado seu trabalho". Depois de quatro horas procurando sua casa na floresta, a policia encontra corpos das sete crianças desaparecidas no porão. Cada uma foi assassinada seguindo um ritual e todas foram evisceradas. Parr admite os crimes em cada detalhe e diz às autoridades que os cometeu para o "fantasma de uma velha" que ocupava a floresta perto de sua casa. Ele foi julgado, condenado e enforcado.
20 de outubro de 1994: Os estudantes Heather Donahue, Josh Leonard e Mike Williams chegam a Burkittsville para fazer um documentário sobre a lenda da bruxa de Blair. Heather entrevista Mary Brown, uma mulher desequilibrada que viveu lá por toda sua vida. Ela afirma Ter visto a bruxa perto de Tappy East.
21 de Outubro de 1994: Heather entrevista dois pescadores que lhe dizem que o Rochedo do Caixão fica a menos de vinte minutos da cidade. Os jovens entram na floresta Black Hills pouco depois e nunca mais são vistos.
18 de outubro de 1995: O material dos jovens é encontrado enterrado embaixo de uma cabana centenária no meio da floresta.
Com a nova moda de "prequels" ( é uma seqüência do filme só que se passa antes do primeiro) começada por Star Wars, é grande a possibilidade dos diretores fazerem uma continuação de a Bruxa de Blair, contando a historia desde o começo, ou seja, a historia de Elly Kedward. isso mesmo, eles fizeram o papel da bruxa de Blair, não para os espectadores, mas para o trio; como o script era só a geral do filme, os atores tinham que improvisar, e os diretores queriam mais que isso, eles queriam a verdadeira expressão de medo, e foi isso que eles ganharam. Eles assustavam os atores quando eles estavam acampados, faziam sons esquisitos, colocavam objetos de vodu ao redor de onde eles estavam, e, como se não bastasse isso, eles também escreviam bilhetes, dizendo que eram um deles, falando mal de outro, para que os três indisporem-se uns com os outros; tudo foi uma verdadeira tortura.

Uma câmera na mão e uma idéia na cabeça

Jovens frustrados com a falência das grandes companhias cinemagráficas paulistas resolveram lutar por um cinema com mais realidade, mais contéudo e menor custo. Vai nascendo o Cinema Novo.

Tudo começa em 1952 com o I Congresso Paulista de Cinema Brasileiro e o I Congresso Nacional do Cinema Brasileiro. Por meio desses congressos, foram discutidas novas idéias para a produção de filmes nacionais. Uma nova temática de obras já começa a ser abordada e concluída mais adiante, por uma nova fase do cinema que se concretiza na década de 50.

Essa nova fase pôde ser bem refletida a partir do filme Rio, 40 Graus(1955), de Nelson Pereira dos Santos. As propostas do neo-realismo italiano que Alex Viany vinha divulgando, foram a inspiração do autor do filme.

Um trecho do livro A Fascinante Aventura do Cinema Brasileiro(1981), de Carlos Roberto de Souza, expressa bem quais eram as pretensões do cinema nessa época: "Rio, 40 Graus, era um filme popular, mostrava o povo ao povo, suas idéias eram claras e sua linguagem simples dava uma visão do Distrito Federal. Sentia-se pela primeira vez no cinema brasileiro o desprezo pela retórica. O filma foi realizado com um orçamento mínimo e ambientado em cenários naturais: o Maracanã, o Corcovado, as favelas, as praças da cidade, povoada de malandros, soldadinhos, favelados, pivetes e deputados". Surgia o Cinema Novo.

Empolgados com essa onda neo-realista e frustrados com a falência dos grandes estúdios paulistas, cineastas do Rio de Janeiro e da Bahia, resolveram elaborar novos ideais ao cinema brasileiro. Tais ideais, agora, seriam totalmente contrários aos caríssimos filmes produzidos pela Vera Cruz e aversos às alienações culturais que as chanchadas refletiam.

O que esses jovens queriam era a produção de um cinema barato, feito com "uma câmera na mão e uma idéia na cabeça". Os filmes seriam voltados à realidade brasileira e com uma linguagem adequada à situação social da época. Os temas mais abordados estariam fortemente ligados ao subdesenvolvimento do país.

Outra característica dos filmes durante o cinema novo é que eles tinham imagens com poucos movimentos, cenários simplórios e falas mais longas do que o habitual. Muitos ainda eram rodados em preto e branco.

Ser Ator Expressionista

SER ATOR EXPRESSIONISTA É SER ATOR CONSCIENTE,LIVRE DE MEDOS E ANSIEDADES,É SER ATOR TÉCNICO,LIVRE DE EXCESSOS E EXAGEROS NO PALCO,É SER PERFEITO EM SUA INTERPRETAÇÃO E POSTURA,É IR LONGE DE MÉTODOS FALHOS E EXPERIMENTAÇÕES,SER ATOR EXPRESSIONISTA É O OPOSTO DE TUDO QUE EXISTE NO TEATRO CONVENCIONAL E COMERCIAL,SER ATOR EXPRESSIONISTA É SER LIVRE,COMO DIZIA UM GRANDE MESTRE ALEMÃO HÁ MUITOS ANOS ATRÁS QUE VOCE NÃO ESCOLHE SER UM ATOR EXPRESSIONISTA,VOCE NASCE UM ATOR EXPRESSIONISTA PORQUE DIFERENTE DOS ATORES NATURALISTAS DE MÉTODOS STANISLAVISKIANOS O ATOR EXPRESSIONISTA ENXERGA ALÉM ELE TEM VISÕES,PORQUE O NATURAL É FACIL JÁ ESTA AÍ NÃO TEM NADA PRA MUDAR,SE VOCE TIVER QUE PEGAR UM COPO OU UM OBJETO EM CENA VOCE SIMPLESMENTE PEGA E JÁ PASSOU A EMOÇÃO PARA O PÚBLICO,O ATOR EXPRESSIONISTA ALÉM DELE PEGAR O OBJETO ELE DÁ VIDA AO OBJETO ELE MEXE NA ALMA DO OBJETO ATRAVÉS DE SUAS EXPRESSÕES INTENSAS,MUITO ALÉM DO NOSSO MUNDO,DO NOSSO RACIONAL,EXPRESSIONISMO ALEMÃO VAI ALEM MUITO ALÉM DO ALÉM.

A Busca pela Fama

Leon Cakoff até hoje não se conforma,Organizador da Mostra Internacional de Cinema São Paulo trouxe a cidade o diretor belga Dominique Deruddere com o filme "Fama para Todos"!!! Deruddere,um ilustre desconhecido,ficou por aí flanando.Passeou na Paulista,mofou no hall do hotel à espera de jornalistas que não apareciam para entrevistá-lo,de nada adiantava Cakoff deizer que o filme era bom,que o diretor ainda seria reconhecido,como Quentin tarantino,que também era quase anônimo quando veio aqui pela primeira vez com Cães de Alugeul.Não deu outra.Deruddere virou uma celebridade quando "Fama para Todos"foi selecionado para concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro daquele ano.Deruddere fez seu filme com o objetivo declarado de criticar a obssessão das pessoas pela fama num mundo consumista e no outro pólo,movido pelo desejo de refletir sobre a perversidade desse mundo tão ilusório e descártavel que é o da TV,em que o sucesso de hoje tende a ser esquecido amanhã.Em Hollywood,numa das entrevistas que deu durante a campanha do Oscar,ele lembrou o tempo,não tão distante assim,em que a TV não era tão influente na vida das pessoas.
Naquela época (na pré história da vertiginosa era da comunicação de massas)era pouco provável que um jovem recebesse apoio da família para ser artista.Ele próprio era motivo de riso em casa quando dizia que queria ser diretor de filmes.

Não ao Teatro Naturalista

Sou totalmente contra o método naturalista de atuar,porque o natural é facil já existe esta em nós memos,é muito fácil ser um ator naturalista,por isso que vemos nos palcos da vida atores totalmente despreparados com exageros e gritarias vitimas de sua própria ansiedade,verdadeiros espanadores de pó,sem dizer que muitos diretores sem preparo algum vem me dizer que estão fazendo experimentações,dizendo que teatro é um laboratório de experimentações,mas que absurdo meu Deus,o teatro esta mesmo perdido,em Ribeirão Preto então nem se fala uma fábrica de atores despreparados,escolinhas totalmente caça níqueis,ong que são verdadeiras fachadas para receberem verbas públicas e dizem que formam atores hahahaha,na verdade jogam estes seres por palco abaixoe ora ou outras vemos entrevistas na midia dizendo que são atores e que foram formados por lá e o repórter pergunta,mas que objetivo vocês tem na vidas aí dizem em alto e bom tom trabalhar na Globo em novelas rsssss
por Favor Antunes Filho salve o Teatro Brasileiro!!!!!! Abaixo a atores fabricados!!!!!!!!